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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Ecologia dessa pra uma melhor…

Pode soar meio bizarro, mas achei bem interessante essa proposta. O Ecopod é um caixão 100% feito a partir de jornais reciclados e com acabamento em seda reciclada. Disponível em quatro cores, com diferentes ornamentos: azul com pombas, verde com a cruz celta, vermelho com o sol asteca e, pra quem é chique, tem a versão dourada, acabada com folhas de ouro aplicadas à mão.

Eco-caixões

A ideia de um caixão feito com uma matéria-prima tão abundante (pelo menos por enquanto) quanto o papel de jornal me parece ótima. Esse é um “nicho” no qual a gente não costuma ver os designers atuarem e, se formos parar pra pensar, pessoas nascem e morrem todos os dias. Isso significa que muita madeira pode ser economizada com a adoção de um produto como esse…

(Via Inhabitat)

3 comentários:

  1. Taí, achei muito mais bacana que aquelas coisas bregas de verniz alto brilho. Mesmo assim, acho que mais charmoso e ecológico é a cremação. Sem contar que, com as cinzas, ainda se podem fazer diamantes. Para que mais?

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  2. Parece caixão de alpinista que morreu no Everest. Essa ideia não vai pegar nunca.

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  3. Lígia, também simpatizo com a ideia da cremação, mas como não são todas as cidades que dispõem de crematórios, acho válida a ideia dos Ecopods. Além disso, há aqueles que, apesar poderem contar com a cremação, preferem não fazê-lo por questões de fé ou religião. Então que cada um possa escolher de acordo com suas convicções, mas com o menor impacto ambiental possível, né? ;-)

    Alarcão, que associação mais inusitada! (pelo menos assim me pareceu). Se a ideia vai pegar ou não, só esperando pra ver.
    O que me levou a publicar esse post, no entanto, não foi a estética do objeto em si, mas sim a natureza ecológica do projeto. As formas e aparências do produto poderiam ser as mais diversas, claro. E a forma atual pode agradar a uns e desagradar a outros, pois, como sabemos, o "gosto" é um conceito bastante subjetivo. Mas o que não se pode negar - e considero o grande barato desse projeto - é o uso inteligente de uma matéria-prima que hoje temos em abundância por aí, em alternativa ao consumo de árvores.
    Mesmo que a ideia "não pegue", acho que pode inspirar outras iniciativas do tipo, e aí já vai ter dado a sua contribuição.

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