Essa foto aí de baixo não poderia ser mais inspiradora… especialmente hoje, dia dedicado ao descanso, depois de um fechamento bem pauleira. Pena que fica tão longe (é um hotel em Bali). Teletransporte já! ;-)
(Via Casa Vogue)
Essa foto aí de baixo não poderia ser mais inspiradora… especialmente hoje, dia dedicado ao descanso, depois de um fechamento bem pauleira. Pena que fica tão longe (é um hotel em Bali). Teletransporte já! ;-)
(Via Casa Vogue)
Vasos que usam espelhos para multiplicar a beleza das flores. Assim poderia ser definida, grosso modo, a linha de vasos Narciso, criada pela designer Giorgia Zanellato. “Os espelhos são investigados em todos seus aspectos, da mais simples reflexão à mais complexa. Dessa forma, cada vaso mostra as flores de um ponto de vista diferente”, conta a designer.
Confesso que o mais simples (acima) é o meu preferido, mas os outros também são bem legais.
A linha toda pode ser conferida aqui.
(Via FastCo e Giorgia Zanelatto)
Adorei a ideia da artista novaiorquina Molly Rausch: ela usa selos postais como ponto de partida para suas pinturas, feitas com guache e aquarela. A partir da imagem do selo, ela cria uma extensão, dando uma possibilidade do que poderia estar acontecendo em volta – mas a própria artista frisa em seu website: as extensões são completamente inventadas, não têm nenhum compromisso com a realidade. E realidade pra quê, quando o resultado é tão interessante?
Estas e outras pinturas são vendidas pela artista em seu próprio site.
(Via Colossal)
No meio das minhas pesquisas, essa imagem me chamou super atenção, acho que pela combinação da foto em grande formato com a imagem em si – e a ideia de poder olhar pro horizonte todos os dias… Se eu tivesse uma “vista” dessas na minha sala, não precisava de móvel nenhum… :-)
(Via Lightboys)
Achei a ideia pra lá de simpática. Primeiro porque adoro gavetas; depois, porque sou chegada em soluções simples e inteligentes para aproveitamento do espaço – e por isso os banquinhos/gavetas criados pela designer Rianne Koens me ganharam duas vezes.
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Empilhados, eles se passam por uma espécie de cômoda; desagrupados, no entanto, transformam-se em banquinho, basta desdobrar as pernas, que ficam embutidas na base. Ideal pra quem gosta de reunir os amigos, mas não tem tanto espaço em casa.
(Via Inhabitat)